Renata Lima, psicóloga — início

Pergunta frequente

Mudámos de país e a relação mudou. É normal?

É, e é mais comum do que se diz. Emigrar não estraga um casal — mas expõe o que já estava frágil e retira a rede que antes amortecia tudo: a família, os amigos de sempre, a casa onde se sabia onde ficavam as coisas.

O que costuma acontecer no primeiro ano

Porque é que isto não é falta de amor

Na abordagem sistémica, chamamos a isto uma transição: um momento em que o sistema tem de renegociar as suas regras. Todas as famílias passam por transições — um casamento, um filho, uma reforma. A emigração é uma delas, só que acontece com tudo ao mesmo tempo e sem manual.

O que trava muitos casais é a vergonha. Emigrar foi uma escolha, muitas vezes uma escolha difícil de defender perante a família, e admitir que está a custar parece admitir que se errou. Não é. São coisas diferentes.

Porque trabalho especificamente com isto

Porque também eu sou brasileira e também eu recomecei em Portugal. Não precisa de me explicar o que é o consulado, a equivalência do diploma, a distância que se tornou anos, ou a sensação de ser estrangeira nos dois países. Isso poupa meses de terapia — e conta muito mais do que parece.

Atendo online em português, para casais em qualquer país, e presencialmente no Entroncamento.

Se se reconheceu nisto, não espere pelo momento em que fica insuportável. Este é exactamente o momento em que a terapia de casal trabalha melhor.

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Respondo eu, não é uma central de atendimento. Se preferir, escreva para [email protected]